segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Interação da empresa com os clientes baseado na arquitetura de comunidade virtual


Etapa na cadeia de valores
Hotel
Parceiros e Fornecedores
Consumidor
Idéia do produto
Criação
Sugestões de novos serviços e utilização de produtos
Sugestões de serviços e avaliação de qualidade
Produção
Inclusão de novos serviços
Fornecimento de insumos e divulgação
Feedback dos novos serviços
Contribuição
Hospedagem no hotel, oferta de serviços online de agendamento e transporte de cães
Complementação de serviços, oferta de produtos
Consumo e feedback com críticas e sugestões
Oferta
Atendimento no próprio estabelecimento ou agendamento e atendimento online
Cupom de desconto mediante comprovação de consumo de bens ou serviços em lojas parceiras

Marketing
Divulgação em redes sociais, sites de ONGs e comunidades de interesse em cães
Auxílio na divulgação dos serviços
Replicação da informação em redes e comunidades virtuais. A curiosidade e vontade de mostrar o próprio cão ao longo do dia no hotel incentivarão o compartilhamento.
Coordenação
Gerenciamento das atividades no estabelecimento e da comunicação com cliente
Gerenciamento do fornecimento de produtos e prestações de serviços

Aceite da Oferta
recepção do cliente, transporte do animal

Solicitação e utilização dos serviços oferecidos
Entrega
prestação do serviço

feedback do atendimento

Modelo de Negócios do Hotel Cãovivencia


Original acessível no link: http://lienzo.biz/boards/91M?locale=en


domingo, 27 de outubro de 2013

Projeto V - Uso de software social nas Organizações

Tarefa A

As empresas tem evoluído muito durante as última décadas, o autor A.P.McAfee cunhou o termo Empresas 2.0, para caracterizar a última geração, onde o envolvimento das pessoas é bem mais amplo, graças às tecnologias da web. Publique no blog do grupo três tabelas com as características de uma empresa de vendas de livros (livraria) que vivenciou as três eras, como uma empresa 0.0, 1.0 e atualmente 2.0. Personalize essas características para o caso da empresa em questão.


Clique nas tabelas para aumentar:




segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Geração X - Efeito do trabalho a longo prazo


- "Estes, em dez anos, deixaram de ser a geração X para se tornar a geração XL."
- "E esse, dentro de pouco tempo, em 3XL."

A geração X é notoriamente marcada por ter nascido em momentos de crise, o que os capacitam naturalmente a lidar com esse tipo de situação e são muito cobiçados por empresas que desejam se aproveitar dessa característica para sair do buraco, ou manter-se focada no caminho com base em experiências passadas.

No entanto, a luta por espaço no mercado tem retirado a parte de dedicação à família própria dos indíviduos que compõem a geração X, deixando mais à mercê das facilidades do dia-a-dia para focar ainda mais no trabalho.

O cartum se refere principalmente à má alimentação praticada por essa geração e a tendência de que o hábito prejudicial à saúde seja repassado aos indivíduos das gerações subsequentes.

Texto - Geração Y



Reportagem publica no site da Revista Galileu por Rita Loiola

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Priscila só faz o que gosta. Francis não consegue passar mais de três meses no mesmo trabalho. E Felipe leva a sério esse papo de cuidar do meio ambiente. Eles são impacientes, preocupados com si próprios, interessados em construir um mundo melhor e, em pouco tempo, vão tomar conta do planeta.

Com 20 e poucos anos, esses jovens são os representantes da chamada Geração Y, um grupo que está, aos poucos, provocando uma revolução silenciosa. Sem as bandeiras e o estardalhaço das gerações dos anos 60 e 70, mas com a mesma força poderosa de mudança, eles sabem que as normas do passado não funcionam - e as novas estão inventando sozinhos. "Tudo é possível para esses jovens", diz Anderson Sant'Anna, professor de comportamento humano da Fundação Dom Cabral. "Eles querem dar sentido à vida, e rápido, enquanto fazem outras dez coisas ao mesmo tempo."

Folgados, distraídos, superficiais e insubordinados são outros adjetivos menos simpáticos para classificar os nascidos entre 1978 e 1990. Concebidos na era digital, democrática e da ruptura da família tradicional, essa garotada está acostumada a pedir e ter o que quer. "Minha prioridade é ter liberdade nas minhas escolhas, fazer o que gosto e buscar o melhor para mim", diz a estudante Priscila de Paula, de 23 anos. "Fico muito insatisfeita se vejo que fui parar em um lugar onde faço coisas sem sentido, que não me acrescentam nada."

A novidade é que esse "umbiguismo" não é, necessariamente, negativo. "Esses jovens estão aptos a desenvolver a autorrealização, algo que, até hoje, foi apenas um conceito", afirma Anderson Sant'Anna. "Questionando o que é a realização pessoal e profissional e buscando agir de acordo com seus próprios interesses, os jovens estão levando a sociedade a um novo estágio, que será muito diferente do que conhecemos."

Nessa etapa, "busca de significado" é a expressão que dá sentido às coisas. Uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada com cerca de 200 jovens de São Paulo revelou que 99% dos nascidos entre 1980 e 1993 só se mantêm envolvidos em atividades que gostam, e 96% acreditam que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Na questão "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado entre vida profissional e pessoal" alcançou o topo, seguida de perto por "fazer o que gosta e dá prazer". O estudo, desenvolvido por Ana Costa, Miriam Korn e Carlos Honorato e apresentado em julho, tentou traçar um perfil dessa geração que está dando problema para pais, professores e ao departamento de RH das empresas.

No trabalho, é comum os recém-contratados pularem de um emprego para o outro, tratarem os superiores como colegas de turma ou baterem a porta quando não são reconhecidos. "Descobrimos que eles não são revoltados e têm valores éticos muito fortes, priorizam o aprendizado e as relações humanas", diz Miriam. "Mas é preciso, antes de tudo, aprender a conversar com eles para que essas características sejam reveladas."

BERÇO DIGITAL

E essa conversa pode ser ao vivo, pelo celular, e-mail, msn, Twitter ou qualquer outra ferramenta de comunicação que venha a surgir no mundo. Essa é a primeira geração que não precisou aprender a dominar as máquinas, mas nasceu com TV, computador e comunicação rápida dentro de casa. Parece um dado sem importância, mas estudos americanos comprovam que quem convive com ferramentas virtuais desenvolve um sistema cognitivo diferente.

Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas. "É a era dos indivíduos multitarefas", afirma Carlos Honorato, professor da FIA. Ao mesmo tempo em que estudam, são capazes de ler notícias na internet, checar a página do Facebook, escutar música e ainda prestar atenção na conversa ao lado. Para eles, a velocidade é outra. Os resultados precisam ser mais rápidos, e os desafios, constantes.

É mais ou menos como se os nascidos nas duas últimas décadas fossem um celular de última geração. "Eles já vieram equipados com a tecnologia wireless, conceito de mobilidade e capacidade de convergência", diz a psicóloga Tânia Casado, coordenadora do Programa de Orientação de Carreiras (Procar) da Universidade de São Paulo. "Usam uma linguagem veloz, fazem tudo ao mesmo tempo e vivem mudando de lugar." O analista Francis Kinder, de 22 anos, não permanece muito tempo fazendo a mesma coisa. "Quando as coisas começam a estabilizar fico infeliz", diz. "Meu prazo é três meses, depois disso preciso mudar, aprender mais."

Um estudo da consultoria americana Rainmaker Thinking revelou que 56% dos profissionais da Geração Y querem ser promovidos em um ano. A pressa mostra que eles estão ávidos para testar seus limites e continuar crescendo na vida profissional e pessoal. Essa vontade de se desenvolver foi apontada como fundamental para 94% dos jovens entrevistados pelos pesquisadores da FIA. Os dados refletem a intenção de estar aprendendo o tempo todo. Mas, dessa vez, o professor precisa ser alguém ético e competente.

"Esse ambiente onde qualquer um pode ser desmascarado com uma simples busca no Google ensinou aos mais novos que a clareza e a honestidade nas relações é essencial", afirma Ana Costa, pesquisadora da FIA. "Não consigo conviver com gente pouco ética ou que não cuida do ambiente onde vive", diz Felipe Rodrigues, 22 anos, estudante de administração. O sentimento do rapaz é compartilhado por 97% dos nascidos na mesma época, que afirmam não gostar de encontrar atitudes antiéticas ao seu redor, de acordo com os dados da FIA. "Chegou a hora dos chefes transparentes, alguém que deve ensinar. A geração passada enxergava os superiores como seres para respeitar e obedecer. Não é mais assim."

Mas, além de aprender com os superiores, eles sabem que também podem ensiná-los, em uma relação horizontal. Os jovens modernos funcionam por meio de redes interpessoais, nas quais todas as peças têm a mesma importância. "A Geração Y mudou a forma como nós interagimos", diz Ana Costa. "O respeito em relação aos superiores ou iguais existe, mas é uma via de duas mãos. Eles só respeitam aqueles que os respeitam, e veem todos em uma situação de igualdade", afirma.

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Confira a reportagem na íntegra em:
http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87165-7943-219,00-GERACAO+Y.html

domingo, 25 de agosto de 2013

Imagem: Veteranos (Geração silenciosa)

Esta imagem representa uma das características da geração de veteranos, que hoje possui entre 70 e 90 anos. Este período foi marcado por profundas crises econômicas que geraram altos índices de desemprego e fome. As pessoas daquela época viviam em uma sociedade rígida e tradicionalista em que o trabalho era visto como uma obrigação e por isso elas precisavam trabalhar pesado e com muita disciplina para poder garantir o sustento da família. Foi um tempo de muito suor e sacrifício, principalmente para a figura do homem que nesta sociedade era visto como o pilar da família e era ele quem deveria gerar o sustento da mesma.




segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Vídeo: Geração Z

Este vídeo mostra como os bebês que nasceram em uma época na qual a tecnologia não é mais uma novidade se comporta com um objeto do "passado".

O vídeo mostra que, para estas crianças, não há uma real distinção entre um tablet e uma revista. Ambos estão na mesma plataforma e utilizar gestos comuns em um tabler (por exemplo, "pinçar" para dar zoom) é algo natural, que também pode ser feito em objetos semelhantes.

Estes bebês nasceram conectados e não terão que se adaptar a este mundo.

"Ah so you think the computer is your ally? You merely adopted the Technology . I was born in it.... molded by it.

Audio: Geração Baby Boomers

Um interessante debate sobre filmes que retratam os trabalhadores da Geração Baby Boomers. Hollywood explorou, em alguns filmes, muitas das atitudes desta geração.

Clique no player abaixo para ouvir